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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Tecnologia Aplicada à Educação

Aplitech ADM


O desenvolvimento tecnológico presente na sociedade moderna, favorece o maior acesso da população à tecnologia. Com isto, há a necessidade da implementação das inovações tecnológicas à educação, visto que, de acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman “Na era da informação, a invisibilidade é equivalente à morte”, ou seja, à invisibilidade neste caso pode estar associada ao não entendimento das modernidades presentes associadas à tecnologia, que uma vez aplicada à escola facilita o preparo do aluno ao futuro.

Além disto, a tecnologia aplicada à educação, contribui para o desenvolvimento racional do aluno, como também, facilita o aprendizado através da interação e permite maior equidade no conhecimento, sendo que para que ocorra o aprimoramento, há a necessidade de remodelação do sistema de ensino atual.

A aprendizagem é mais significativa ao aluno quando este nota sentido no ensino proposto, a tecnologia surge como forma de inovação a metodologia de ensino, há com ela a possibilidade da otimização e aplicação do conteúdo ensinado através de exercícios lúdicos e aplicativos, tal como o aplicativo “Nearpod”, onde há a interação aluno e professor por meio de questionários realizados pelo docente, sendo possível acessar as estatísticas de respostas sobre determinado assunto, podendo otimizar o tempo de ensino sobre cada tema.

Ademais, de acordo com pesquisa realizada pela “TIC Domicílios”, em 2019, cerca de 70% da população brasileira está conectada à internet, favorecendo o crescimento da disponibilidade de assuntos em plataformas online, permitindo assim que estudantes se apropriem deste conteúdo para o estudo, tornando-se assim “mais igualitário” o conteúdo ensinado.

Sendo assim , o convívio de uma sociedade em estado permanente de competição mútua, incentiva ao aumento de casos de problemas psicossociais, discutidos com maior enfoque atualmente, uma vez que a padronização do ensino leva ao esvaziamento da espontaneidade e visa apenas o desejo de destruição, ser superior ao outro colega de classe, com isto, há a necessidade de uma readequação do professor para ministrar o conteúdo, buscando a maior autonomia do aluno sobre os temas aplicados e seu futuro como profissional.

Imagem de Steve Riot por Pixabay
 Fonte da Pesquisa :
https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2019/08/28/uso-da-internet-no-brasil-
cresce-e-70percent-da-populacao-esta-conectada.ghtml


Colunista da Aplitech Foundation
Victor Patricio
Estudante de Engenharia de produção na UNICAMP, buscando por maior autonomia e compartilhamento do conhecimento de maneira igualitária.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Tecnologia e educação

Aplitech ADM

As novas tecnologias têm se mostrado cada vez mais presentes no espaço escolar e na educação básica. Como lidar, então, com essas novas tecnologias em um espaço que, muitas vezes, é tão tradicional e, ao mesmo tempo, aumentar o potencial de aprendizagem dos estudantes? É importante entender como as novas tecnologias podem auxiliar professores e estudantes no processo de aprendizagem.

As diferentes ferramentas tecnológicas em sala de aula
Televisores, projetores multimídia e notebooks: esses três elementos tem se tornado, ao longo dos anos, cada vez mais presentes nas salas de aula pelo Brasil. Em algumas escolas municipais do Rio de Janeiro, por exemplo, eles já fazem parte da sala de aula, onde cada uma conta com seu próprio projetor e notebook. No entanto, essas ferramentas, sozinhas, são o suficiente para usar a tecnologia de forma efetiva em sala de aula? Usar esse material apenas para exibir um trecho de texto de um livro ou apostila que as crianças e adolescentes já possuem em versão impressa ou só filmes e trechos de vídeos não é o suficiente. Esses materiais podem (e devem) ser usados de diferentes formas, aumentando as possibilidades de recursos para aprendizagem dos estudantes.

Competir com celulares e tablets quando se dá aula para adolescentes, por exemplo, é cada vez mais difícil. Assim como acontece com os televisores, notebooks e projetores multimídia, esses aparelhos estão cada vez mais presentes em sala de aula. O importante é não torná-los inimigos, mas aliados nesse processo, acrescentando a utilização dessas ferramentas no momento do planejamento, para que a sala de aula não se transforme em palco de guerra ou em algo enfadonho, que faça com que o estudante prefira estar no celular ao invés de prestar atenção na aula. Os professores não são mais os detentores do conhecimento, as informações estão por toda parte e em grande quantidade na internet. Cabe à escola ensinar seus estudantes a navegar nesse mar de conteúdos e definir o que pode ser mais plausível e confiável do que outros, fazendo com que esse aluno se desenvolva como investigador, com senso crítico.

Algumas ferramentas tecnológicas que podem ser usadas em sala de aula

Criação de um ambiente virtual de aprendizagem (AVA)

Em um AVA é possível compartilhar diversos materiais como textos, vídeos, questionários, fóruns, etc., possibilitando o diálogo entre todos os participantes e o tutor. O AVA é um espaço virtual, online, que pode ser criado em diversas plataformas, caso da Moodle, por exemplo, muito utilizada em cursos ministrados na modalidade EAD (ensino à distância).

Ferramentas do Google

O Google oferece uma série de ferramentas que podem ser utilizadas de diferentes formas pelos profissionais de educação em sala de aula, como o Google Classroom e o Google for Education.

O Google Classroom é uma ferramenta que lembra o Moodle, mas mais limitada que este. No Classroom é possível adicionar os estudantes a uma turma criada, interagir com eles pelo mural da plataforma, inserir documentos de diferentes formatos, links e criar questionários. Já o Google for Education se divide em três principais ferramentas: Google Apps for Education, que apresenta diversos recursos para uso em sala de aula, como planilhas, formulários e arquivos de textos; Google Play for Education, onde é possível baixar recursos para o tablete ou celular específicos para uso em sala e o Chromebook for Education, um notebook que já vem equipado com os gadgets do Google.

O YoutubeEdu

O Youtube é uma plataforma de vídeos gratuita, com diversos canais e conteúdos que podem
ser utilizados em sala. A plataforma desenvolveu o YoutubeEdu, parte da plataforma na qual
os criadores de conteúdo educacional postam seus vídeos. As vídeo-aulas abrangem
conteúdos de diversas disciplinas, atingindo estudantes do ensino fundamental ao superior. É
possível utilizar os vídeos em sala e iniciar algum debate a partir do exposto ou observar os
youtubers de maior interesse dos alunos e utilizar algum vídeo que tenha ligação com o tema
trabalhado para iniciar algum debate ou chamar a atenção dos estudantes, gerando maior

proximidade com o conteúdo.

Outras plataformas úteis

H5P: nessa plataforma é possível criar vídeos interativos, atividades com imagem e texto em diversos formatos, jogos da memória e diversos outros tipos de jogos. Está apenas em inglês e é possível criar uma conta gratuita.

Museus virtuais: alguns museus disponibilizam um museu virtual, possibilitando a visitação online. É o caso do Museu Casa de Portinari, Museu Americano de História Natural, Museu Imperial, Museu Afro Digital Rio de Janeiro, Louvre, dentre outros. É possível, dessa forma, conhecer as peças e o acervo sem precisar viajar.

Redes sociais: apesar de serem condenadas por muitos, as redes sociais podem ser grandes aliadas no trabalho com educação. É possível criar grupos, páginas, postar fotos e vídeos relacionados ao que está sendo trabalhado e produzido durante as aulas. Criar uma página, produzir memes ou vídeos pode ser, também, uma das possibilidades de tarefa avaliativa.

Estas são sugestões de utilização de algumas das diversas ferramentas tecnológicas presentes nas vidas dos estudantes em sala de aula. O importante é entender que a tecnologia, na atualidade, deve entrar como uma parceira do trabalho dos professores e da escola e não como uma inimiga.

Referências: BACICH, Lilian; TANZI NETO, Adolfo; TREVISANI, Fernando de Mello (org.). Ensino híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015. Tecnologia na educação: recomendações e experiências para transformar a maneira como se ensina e se aprende a partir do uso de ferramentas digitais. <https://porvir.org/especiais/tecnologia/>

Imagem de 200 Degrees por Pixabay

Colunista da Aplitech Foundation
Cristina Gonçalves
Formada em História pela UFRJ e estudante de Pedagogia na UNIRIO. Apaixonada por educação inclusa, acredita que só a educação de todos pode mudar o mundo.


quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Fatos, narrativas e avanço tecnológico

Aplitech ADM


O homo sapiens, como lembrou o historiador israelense Yuval Harari, prefere perceber o mundo pelas lentes das narrativas, em vez de fazê-lo pela observação sistemática da realidade. Adicionalmente, preferimos, via de regra, as narrativas mais simples àquelas mais complexas 1 . Por que isso acontece?

A lógica explicativa é a mesma para as duas constatações: narrativas podem ser construídas muito mais rapidamente e ser bem mais persuasivas do que o estoque de informações oriundo da observação empírica; da mesma forma, narrativas simplificadas da realidade são mais facilmente compreendidas e transmitidas do que as mais complexas.

Além disso, do ponto de vista evolutivo, não é difícil constatar a eficácia desse artifício: a espécie humana tem cerca de trezentos mil anos, enquanto a ciência moderna é muito mais jovem, com algo em torno de cinco séculos. Isso quer dizer que as narrativas acerca da realidade tem desempenhado um papel fundamental na nossa trajetória – sobretudo até o início da era moderna.

Desde então, a importância da atividade científica (responsável pelo estoque de conhecimento adquirido através da observação sistemática e cuidadosa da realidade) tem se expandido constantemente. Isso não significa, no entanto, que as narrativas (desde as mais simples até as mais complexas) tenham deixado de ser relevantes na forma como nos relacionamos com a realidade à nossa volta.

Considere-se, por exemplo, a questão do avanço tecnológico. Como discutido em texto anterior, um conjunto de transformações profundas e abrangentes, que pode ser localizado nas décadas de 1960 e 1970, desencadeou um processo acelerado de evolução tecnológica: microeletrônica, biotecnologia, inteligência artificial, internet das coisas, etc. A magnitude desse processo de revolução tecnológica é de tal ordem que muitos dos seus efeitos e desdobramentos ainda não podem ser percebidos ou (muito menos) compreendidos adequadamente.

Esse cenário um tanto nebuloso, porém, não impediu que o campo do desenvolvimento tecnológico se transformasse em palco para disputas entre narrativas as mais variadas. Uma das mais conhecidas sustenta que as baixas taxas de crescimento econômico e a estagnação dos níveis de renda dos setores de classe média em países desenvolvidos teriam sido causadas pela concorrência dos países pobres e em desenvolvimento. Isso porque esses países, ao se transformarem em verdadeiros celeiros de mão-de-obra barata, teriam provocado o deslocamento das plantas industriais em direção ao terceiro mundo e, consequentemente, a perda de emprego e renda nos países ricos.

Embora aparentemente convincente, essa narrativa apresenta algumas falhas à luz da teoria econômica e da observação empírica. Tratemos de duas delas.

Em primeiro lugar, para entender o deslocamento de plantas industriais para países pobres
e em desenvolvimento é preciso ter em conta o lado econômico da oferta: a mão-de-obra
não especializada, como se sabe, é abundante nesses países e escassa nos países desenvolvidos; já quando se considera a oferta de mão-de-obra especializada os cenários se invertem. Logo, do ponto de vista estratégico, faz todo sentido que as empresas mantenham nos países desenvolvidos os departamentos de criação e construção de marcas, por exemplo, e transfiram suas linhas de produção e montagem para países onde a disponibilidade de mão-de-obra não especializada é farta.

O segundo ponto a ser considerado aqui é que o incremento da concorrência que os países desenvolvidos tem enfrentado não é uma deformação econômica que possa ser corrigida com algum tipo de protecionismo, mas um dos fundamentos básicos do comércio internacional, que consiste em premiar a eficiência no processo de produção. Nesse sentido, a competitividade dos países é uma função da produtividade de suas economias, que é dada pela razão entre o total produzido (PIB) e o número de horas trabalhadas 2 .

A produtividade do trabalho, por sua vez, não tem a ver com fatores naturais (como
inaptidão para o trabalho, por exemplo), mas com aspectos relacionados à construção dos
capitais físico (máquinas, equipamentos e ambiente de negócios) e humano
(conhecimentos, competências e habilidades dos trabalhadores) dos países. Isso significa
que aquelas economias com níveis mais altos desses dois tipos de capital são mais
produtivas e, consequentemente, mais competitivas no mercado internacional do que
aquelas com níveis mais baixos.

Voltando ao incremento da concorrência que tem sido percebido – sobretudo em relação aos países do Leste e do Sudeste Asiáticos – em países pioneiramente desenvolvidos como Estados Unidos e Reino Unido. Países como Coreia do Sul, Taiwan, Singapura e China tem se tornado progressivamente mais competitivos no mercado internacional porque a produtividade do trabalho em suas respectivas economias cresce acelerada e persistentemente há décadas, enquanto a de muitos países desenvolvidos evolui mais lentamente ou permanece estagnada.

Nesse sentido, embora a produtividade do trabalho em países como Irlanda, Noruega e Estados Unidos permaneça em patamares significativamente mais altos do que aqueles observados na maioria dos países asiáticos, os primeiros tem visto as distâncias encurtarem sistematicamente.

___________________________
1 21 lições para o século 21 (Cia das Letras, 2018).
Por essa medida, a produtividade média do trabalhador brasileiro representa um quarto e um terço, respectivamente, da do trabalhador norte-americano e sul-coreano Disponível em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/03/19/brasil-baixa-produtividade-competitividade-comparacao-outros-paises.htm



Colunista da Aplitech Foundation
Wellington Nunes
Cientista político. Atualmente participa de um programa de pós-doutoramento na Universidade Federal do Paraná  (UFPR), onde atua como professor e pesquisador.

Tecnologia e Mão de Obra do Futuro

Aplitech ADM


Segundo projeção divulgada em Setembro de 2018 pelo IBGE, a população brasileira está envelhecendo mais a cada ano. Até 2060, o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2% para 25,5%. Ou seja, 1 em cada 4 brasileiros será idoso.

Diante dessa perspectiva, o mercado está preparado para capacitar esse público que, precisará voltar para o mercado de trabalho ou empreender?

Atualmente são poucas as ofertas de cursos voltados para pessoas acima de 60 anos. Esse público não tem a velocidade dos jovens, mas possuem experiência e quando capacitados conseguem trabalhar utilizando a tecnologia de forma satisfatória.

O Ensino a Distância pode ser uma ótima alternativa para esse público, que muitas vezes tem mais tempo de se dedicar e estão em busca de se atualizar, buscando novos conhecimentos. Sendo o INEP, houve crescimento na procura por graduação a distância para o público acima dos 60 anos. O que comprova que as pessoas próximas da terceira idade já estão buscando novas capacitações.

E quais são as vantagens de pessoas acima de 60 anos buscarem no EAD uma nova forma de aprendizagem?


  • Voltar para o mercado de trabalho ou empreender 

Com todas as mudanças que o mercado passa a todo tempo, é preciso sempre nos atualizarmos e, o EAD pode ser uma forma desse público se atualizar, buscar novas capacitações, para estar apto ao mercado de trabalho novamente.


  • Acesso as novas tecnologias e se incluir socialmente 

A utilização de computador e internet é mais um incentivo para que essa geração se sinta mais motivada em aprender e buscar mais e mais conhecimentos. Ainda mais quando descobrem que a tecnologia pode ser uma excelente aliada no dia a dia.


  • Cursos com baixo custo

O ensino a distância tende a ser mais barato, principalmente por não necessitar de
toda a infraestrutura que um curso presencial requer.
Nem sempre pessoas acima de 60 anos estão economicamente ativas, não podendo
dispender de custo alto para estudos e nesse ponto o EAD pode ser uma excelente
opção.

O mercado precisa estar atento a esse público, que está cada vez mais crescente e é um potencial consumidor tanto no ramo de educação como em todos os outros.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay



Colunista da Aplitech Foundation
Aline Barbaroto
Graduada em Administração de Empresas, com Pós Graduação em Gestão de Negócios e Mestrado em Administração de Empresas. Carreira desenvolvida na Área de Processos e Gestão, com atuação focada em otimização de resultados.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Breve história da programação

Aplitech ADM


Apesar de a programação estar associada intimamente com os computadores modernos, a origem de tudo se deu muito antes do surgimento deles. Em 1801, o francês Joseph-Mariae Jacquard adaptou uma máquina de tear para ser praticamente automatizada, e a lógica criada por ele foi o primeiro vestígio conhecido de programação. Seu sistema dizia para a máquina quais fios deveriam passar por cima, e quais deveriam passar por baixo para tecer o trançado perfeito. Para que isso fosse possível ele criou cartões perfurados que serviam como guia para os fios, automatizando o processo. Sua invenção facilitou a tecelagem rápida e em massa.

Mais tarde, Charles Babbage desenvolveu uma máquina de madeira e latão que podia realizar diversos cálculos. Mas para isso ele precisou contar com a ajuda de Ada Lovelace. Ada foi uma matemática que teve como mentor o inglês Augustos de Morgan e foi ela quem traduziu e criou um algoritmo capaz de ser processado pela máquina de Babbage. Com esse algoritmo, a máquina foi capaz de calcular sequências de Bernoulli. Ada foi considerada a primeira programadora de computadores e sua máquina, um ponto de partida para os computadores atuais.

Já na metade do século XX, com o surgimento dos primeiros computadores modernos, começaram a surgir linguagens de programação mais modernas, que processavam e enviavam informações de forma muito mais rápida. Esses computadores foram muito importantes para a chegada do homem à Lua, um grande salto para a humanidade. A partir da década de 1970, com a criação dos computadores domésticos e da internet, mais linguagens precisaram ser criadas, como o Java e Javascript, essas utilizadas para a criação dos aplicativos de smartphones e páginas de internet.

A programação surge desde sempre de um desejo de simplificação. Apesar de trabalhoso, ainda parece menos engenhoso colocar fio por fio na máquina de tear do que planejar perfurações em cartões de acordo com uma sequência muito bem organizada. Entretanto, o resultado no segundo caso é muito mais eficiente, temos uma máquina automatizada que não necessita de um trabalho repetitivo e humano para funcionar, a propensão a erros é reduzida drasticamente e a tarefa pode ser realizada em menos tempo e muito mais vezes. A programação surge apenas para tear fios e hoje é indispensável até mesmo para o despertar do celular na manhã.

Fontes: infoescola.com; programador.com.br; techtudo.com.br; oficinadanet.com.br
Imagem de Free-Photos por Pixabay

Colunista da Aplitech Foundation
Bruna Marcondes
Formada em Ciências Sociais pela UFSCar, abrindo seu próprio espaço no jornalismo. Encantada pelo movimento constante da vida e pelo poder da informação.

Alfabetizando com tecnologia

Aplitech ADM


Quando pensamos na implementação da tecnologia digital nas escolas, vem em mente o uso de plataformas para o auxilio no estudo, projetos escolares que envolvam criação de equipamentos tecnológicos, mas existe outra fase da educação que também está se beneficiando da tecnologia: a fase de alfabetização. Atualmente, bebês e crianças na 1ª infância têm contato direto e constante com tecnologia digital, e muitas escolas estão precisando aprender a se adequar a esse novo contexto. Alfabetização e tecnologia estão cada vez mais ligadas no mundo atual.

Debora Garofalo, professora na escola EMEF Almirante Ary Parreiras, em São Paulo, conta em seu blog que seus alunos esperam ansiosamente pelas aulas de informática educativa que ministra. A pedagoga utiliza plataformas virtuais no aprendizado dos alunos, onde aprendem através de atividades e jogos diversos conteúdos educacionais importantes para seu desenvolvimento. Segundo ela: “Os jogos digitais têm um papel fundamental durante o processo de alfabetização. Ao mesmo em que eles conseguem desenvolver a concentração, o raciocínio lógico e a colaboração entre as crianças, incentivam a leitura e a escrita. Os jogos digitais têm um papel fundamental durante o processo de alfabetização. Ao mesmo em que eles conseguem desenvolver a concentração, o raciocínio lógico e a colaboração entre as crianças, incentivam a leitura e a escrita”. E são inúmeros os métodos que integram tecnologia na educação dessas crianças.

Um dos jogos usados pela professora, “Brincando com Ariê” aborda diversas habilidades, desde matemáticas até as textuais, trabalhando com associação de palavras e objetos. Também exploram a coordenação motora e pensamento lógico dos alunos, importantes nessa fase da formação humana. Utilizar plataformas como essas para o apoio na alfabetização é essencial para o desenvolvimento completo dos estudantes, pois não é mais possível ignorar a influência da tecnologia digital e, ao mesmo tempo, um aprendizado que tem como fonte única esse universo não consegue suprir sozinho todas as demandas da alfabetização. Crianças que estão constantemente em contato com aparelhos celulares e tablets aprendem letras e algumas palavras muito cedo, mas muitas vezes não desenvolvem a técnica da grafia correta, por exemplo. Por isso é importante esse elo, principalmente nessa idade de primeiros contatos com a tecnologia.

É necessário que as escolas explorem o universo digital também nessa fase da educação, afinal, as crianças estarão expostas à tecnologia independente da vontade da escola ou do profissional. Apesar de a realidade atual envolver principalmente a tecnologia, internet e textos digitais, é preciso que as instituições educacionais saibam se preparar e preparar seus professores para utilizar as ferramentas disponíveis da melhor forma possível, garantindo sempre o progresso educacional. Assim, unir a tão presente tecnologia no mundo moderno no crescimento dos jovens da melhor forma possível é o melhor caminho para a construção dos nossos futuros profissionais.

Fontes: g1.globo.com; novaescola.org.br; noticias.r7.com; folha.uol.com.br
Imagem de Daniela Dimitrova por Pixabay

Colunista da Aplitech Foundation
Bruna Marcondes
Formada em Ciências Sociais pela UFSCar, abrindo seu próprio espaço no jornalismo. Encantada pelo movimento constante da vida e pelo poder da informação.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Curso Básico para Microsoft Excel

Aplitech ADM


Podemos afirmar hoje que dentre os softwares que formam o pacote office, o Excel é o mais importante, sua relevância está em diversas áreas junto dos cursos de programação, este curso é um dos mais importantes da plataforma, não importa em que área você queira trabalhar agora ou no futuro, você precisa aprender como manusear este software e digitar as suas operações básicas.

O Excel hoje é uma calculadora universal, utiliza as operações básicas como somar, subtrair, multiplicar e dividir, até a cálculos mais complexos como polinômios, equações diferenciais e geometria e por causa da sua universalidade, é quase obrigatório para quem busca o emprego dos seus sonhos.

Não pense que seja difícil aprender, o curso de iniciação serve para isso, aqui você vai aprender do básico e avançar um pouco no final, este curso tem como objetivo deixar você por dentro do que o programa oferece, mesmo não sendo um usuário expert em informática, juntamente de adquirir algumas habilidades.

É MUITO FACIL COMEÇAR A ESTUDAR! SIGA O PASSO-A-PASSO:


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